sábado, 23 de julho de 2011

o meu princepezinho

continua na luta dele contra a falta de ar. as coisas não estão famosas. apesar da febre ter baixado e desde as 17h20 de ontem que não toma nada, a falta de ar está a agravar. parece que está com asma e as noites são só sustos. o 3º dia é hoje. se isto continuar, amanhã lá rumamos ao hospital :(
apesar de tudo tem um sorriso nos lábios, um apetite voraz e vontade de brincar.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

joão doente

desde ontem. ao fim do dia lá fomos ao médico depois de um dia em que a tosse "de cão" imperou e a febre apareceu. diagnóstico: garganta inflamada. a inflamação desceu aos brônquios e está com muita falta de ar. nem quando esteve com as broquiolites teve tanta falta de ar. parece asmático. faz-me tanta aflição ouvi-lo...
esta noite foi um pouco agitada. ficou com febre e depois não conseguia respirar, eu não conseguia dormir porque ouvia a respiração dele no meu quarto. ficou connosco na cama até adormecer e depois levei o resto da noite a acordar para o ouvir a ver se estava a respirar.
não lhe receitaram antibiótico e durante 3 dia vamos ver se tudo se resolve à base de brufen, benuron e aerosóis.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

já que as férias só chegam em novembro, relembro aquilo que realmente gosto quando chega o calor

no verão gosto de:
praia / sumos naturais / parques de campismo / fogueiras / pão quente / batidos de morango / biquinis / havaianas / camas de rede / gargalhadas / peixe grelhado (temperado pelo meu cunhado p.) / gelados / piscinas / férias / filhos felizes / óculos de sol / conversas com os amigos / pintar as unhas dos pés / música / pôr do sol / granizados / namorar / viajar / sentir a relva nos pés e algumas coisas mais...

terça-feira, 12 de julho de 2011

a "pdi" é lixada!

que o diga a minha coluna que desde domingo me anda a dar cabo dos dias. dei um jeito horrivel a baixar-me para apanhar a roupa do cesto e depois de uma dor lancinante nunca mais fiquei boa. estou cada vez pior. custa a andar, a sentar, a lenvantar, a pegar o joão, a ficar de pé a lavar a loiça ou a fazer o que quer que seja. estou desesperada de dores e só estou bem deitada (no chão de preferência).
hoje vou marcar consulta de osteopatia a ver se fico melhor porque isto é insustentável...

domingo, 10 de julho de 2011

vou ter saudades...

muitas. ontem foi dia de dizer adeus.


é dificil ficar sem um pedaço da familia. são meus cunhados mas sinto-os meus irmãos. é como se derrepente o coração tivesse menos 3 pedaços. sim porque a minha morena linda vai fazer-me muita falta


descobrimos que estavamos grávidas na mesma semana e a partir daí foi uma partilha mais intensa desta experiência maravihosa.


eles nasceram com 19 dias de diferença. e sempre pensei que cresceriam juntos muitos anos.


o correr dos dias assim não decidiu e vocês voltaram para o lado de lá do oceano. 
a verdade é que já nada será como era. por aqui ficam recordações de dias e horas juntos. amigos que vos guardam bem cá dentro, num lugar onde só estão as coisas que nos fazem bem. 
afinal os portugueses não são tão diferentes dos brasileiros.
todos somos movidos pelos sentimentos que nos prendem às pessoas. nós temos o fado e vocês o samba, mas lá no meio encontramos a bossa nova. as saudades fazem parte de nós, somos os únicos que tiveram de criar uma palavra para este sentimento. é este sentimento que nos deixa embrullhados nestas alturas de despedida. mas também é um sentimento que não nos deixa esquecer quem é mais importante. está-nos na pele e é tão nosso. partilhar a mesma lingua onde reina este sentimento é partilhar uma maneira de estar, de viver a separação. 
por aqui ficam cheiros, sons, sabores, cores que partilhámos um dia, e certamente partilharemos de novo. 
os dias ficaram mais pobres, sem dúvida. mas as memórias ficaram mais ricas com o que nos deixaram.

vou ter saudades, muitas...
tenho pena de não ter a minha menina aqui. queria estar mais perto. amo-te tanto, tanto, como se fosses minha.
e digam lá se não é uma morena linda



então... até novembro ;)

segunda-feira, 4 de julho de 2011

palavras (poucas)

como gaijo que se preza, ele economiza em palavras. não é de grandes falas e não diz quase nada. o "mamã" só sai em casos extremos de desespero e no meio de muito choro. o "" (pai) está sempre na ponta da lingua e é uma constante. a mana nem consta da lista e o olá foi riscado. diz "" e "" com muito orgulho a alto e bom som. mais o "ão" que ele solta quando vê algum pois adora os animais, e a lista acaba por aqui.
vai ser uma comunicação inspirada em tempos pré históricos baseada nos sons e grunhidos! não precebo, se falamos imenso com ele, ninguém fala "à bebé", a irmã fala pelos cotovelos... seria de esperar que já dissesse mais qualquer coisinha mas pronto... há-de vir o tempo em que direi - ó joão! cala-te um bocadinho que já não te posso ouvir! - :D