hoje vai ter o 1º passeio na escolinha. vão até uma quinta aqui por perto e ela estava entusiasmada até chegar à sala. quando chegou à sala agarrou-se ás minhas pernas e começou a chorar. noto que quando o tempo fica mais cinzento ela também fica com menos côr. espero que se anime com o passeio e se divirta. tenho pena de não poder ir lá dizer adeus, se for corro o risco de a deixar a chorar de novo. vão no autocarro aqui do centro, nem sabia que tinham um autocarro equipado com cadeirinhas para todas as crianças mais pequenas e fiquei satisfeita por ver que têm tudo certinho e direitinho. são pequenas coisas que vão ajudando a sentir segurança nas pessoas e na instituição que toma conta dela. ontem entregaram-me uns cartões identificativos, com as fotos do meu marido, pai e mãe, para eles poderem vir buscar a luna quando eu não poder levá-la. sem cartão nem passam do portão. começo a vir trabalhar de coração mais tranquilo.
terça-feira, 7 de outubro de 2008
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
traquitanas/cadeirinha do carro
não sei porque mas ela insiste em fazer da cadeira do carro o seu 2º quarto. aquilo é um monte de traquitanas à volta da cadeira, no chão e mesmo nos cantos da cadeira. sempre que sai de casa leva uma/duas coisas na mão, leva para brincar no carro e por lá ficam. hoje ía sentada com um carrinho e peixinhos na mão esquerda, as pantufas para dar à prima na mão direita e o maior capricho da manhã foi o chapéu de chuva dela enfiado na lateral direita da cadeira. e assim foi, rodeada dos seus pequenos tesouros a caminho da escola.
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
perto de acabar a 3ª semana de escola
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
ler
adoro! era algo que eu fazia antes da luna nascer. andava sempre de livro debaixo do braço, consumia livros! infelizmente desde que ela nasceu o tempo foi radicalmente reduzido e quando pego num livro adormeço passadas 2 linhas. a verdade é que sinto falta e vou disciplinar-me para o fazer. vou começar com este que já me disseram maravilhas!

Segundo a tradição Hindu, uma mulher quando casa passa pertencer ao marido, ficando ligada a ele para sempre, mesmo após a morte, abdicando deste modo, de todos os seus sonhos. Está escrito nos livros sagrados, que a mulher quando enviúva, só tem as seguintes opções: morrer queimada com o marido, casar com o cunhado mais novo ou levar uma vida de total abnegação numa casa de viúvas.
Este livro conta uma história passada em 1938, na Índia colonial, em pleno movimento de emancipação da mulher liderado por Mahatma Gandhi.
Chuyia, uma noiva-menina de oito anos, fica viúva de um homem de quarenta e seis, dois anos após o seu casamento e, por decisão da sogra é deixada numa casa de viúvas, onde é obrigada a viver uma vida de penitência e infelicidade.Nessa casa, liderada por Madhumati, uma mulher sem escrúpulos, que obriga as mais jovens a prostituírem-se em troca de marijuana, Chuyia conhece Kalyani. As duas tornam-se amigas e cúmplices e juntas iniciam um movimento de revolta que será o catalizador de mudança na vida destas mulheres e a destruição do poder instituído dentro da casa.
Este livro conta uma história passada em 1938, na Índia colonial, em pleno movimento de emancipação da mulher liderado por Mahatma Gandhi.
Chuyia, uma noiva-menina de oito anos, fica viúva de um homem de quarenta e seis, dois anos após o seu casamento e, por decisão da sogra é deixada numa casa de viúvas, onde é obrigada a viver uma vida de penitência e infelicidade.Nessa casa, liderada por Madhumati, uma mulher sem escrúpulos, que obriga as mais jovens a prostituírem-se em troca de marijuana, Chuyia conhece Kalyani. As duas tornam-se amigas e cúmplices e juntas iniciam um movimento de revolta que será o catalizador de mudança na vida destas mulheres e a destruição do poder instituído dentro da casa.
Uma história profunda, elegantemente contada, sobre a vida das viúvas na Índia colonial. Prémio Mondello para o melhor escritor estrangeiro.
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
e a meio da 3ª semana de creche
ainda não me consegui habituar aos meus novos horários matinais. de manhã é uma correria louca que não estava nada habituada. eu sou muito lenta de manhã, sempre fui e o raio da miúda também! somos umas lesmas e depois demoro seculos a despachar-nos às duas. ela não quer comer, não quer vestir aquela roupa, não quer lavar os dentes, não se quer pentear, não quer levar a mala. claro que tem dias em que faz quase tudo sozinha mas apanho um desses por semana. é um stress! só para terem uma ideia, eu entro às 9H, trabalho a 15 minutos de casa e acordo às... 6h45?! e ainda é pouco :s
de manhã não ando, arrasto-me e não consigo ser diferente...
Assinar:
Postagens (Atom)
